Veja os vencedores do concurso “Conte a sua história”

Com a verba da premiação, os voluntários compraram materiais para as escolas parceiras. 


No final do ano passado, pedimos para os voluntários do PEB compartilharem suas experiências e memórias relacionadas ao programa. Os cinco autores das melhores histórias receberam R$2.000,00 do fundo PEB para a compra de materiais escolares e pedagógicos para suas escolas parceiras. 

Os voluntários procuraram a direção da escola para montar a “lista de desejos”. Com o valor, foi possível contemplar itens essenciais para o ano letivo. Confiram trechinhos das histórias vencedoras e veja como a verba foi utilizada!


José Candido Neto, do Núcleo Metropolitano Solidário

“O trabalho voluntário me completa, é nobre demais sair do seu universo e ter contato com mundos diferentes, entender as duras realidades de nossa sociedade e nunca cruzar os braços, achando que a vida é assim mesmo. A pergunta é: o que posso fazer para melhorar determinado estado das coisas? Você pode fazer a diferença, muita diferença”.

Com este depoimento, o funcionário José Candido (na foto ao lado) foi um dos vencedores do Conte a sua História. Ele utilizou a verba da premiação na compra de materiais pedagógicos, como livros, e materiais de uso dos alunos, como cola, lápis, canetas, giz de cera, lápis de cor, folhas de diversos tipos, cadernos, etc. 


Renato Marchi, do Núcleo Coraci Mendes 

“Em dezembro de 2015 realizei a ação "Dia da Família". Mais de 300 pessoas compareceram na unidade escolar: pais, alunos, funcionários da escola e autoridades da cidade. Eu me emocionei muito porque não era comum os pais irem à escola. O resultado da ação foi tão gratificante, que os pais passaram a participar mais da vida escolar dos filhos e, ao decorrer desses três anos, eles ainda continuam presentes nas ações em que são convidados”.

O Renato mostrou, em seu depoimento, que mesmo pequenas ações podem gerar grandes transformações. Com o valor da premiação ele comprou os materiais que a sua escola parceira, localizada em Guará (SP), tanto precisava. Este é um recurso muito necessário, já que poucos alunos podem adquirir a lista de materiais do ano.


Amanda Kuhn, do Núcleo Crescer Juntos

A Amanda (na foto ao lado) registrou tudo o que conseguiu comprar para apoiar o abastecimento da sua escola parceira em Triunfo (RS).

Aqui, um trechinho do depoimento que fez dela um dos vencedores: “O voluntariado é uma força para enfrentar os obstáculos em um mundo cheio de desafios, de incertezas, onde juntos podemos ser mais fortes. Ser voluntário é ter amor pelo que se faz, é se divertir, ajudar, ensinar, aprender, é servir ao próximo sem interesse algum, buscando apenas a satisfação de saber que posso colaborar positivamente com a sociedade na qual estou inserida.”


Antônio Marcos da Conceição, do Núcleo Ciranda Viva 

“Conheci o PEB logo na entrevista de emprego. Quando disse que a minha primeira formação foi em Pedagogia, o superintendente regional me contou que o Santander tinha um programa que apoiava a escola pública no Brasil através de ações voluntárias. Com aquela semente plantada, eu comecei a buscar informações sobre o programa, mesmo sem saber se estava contratado para trabalhar no banco. Minha vontade era retribuir de alguma forma toda a dedicação, apoio e carinho que recebi na escola pública durante os meus anos como aluno. Quero colaborar para a transformação da realidade da escola pública hoje no Brasil”.

Com esse depoimento, o Antônio conseguiu apoiar a sua escola parceira, em Ribeirão Preto (SP), de outra maneira: comprando materiais escolares, brinquedos e jogos pedagógicos essenciais para o trabalho dos professores.


Robervânia Dias, do Núcleo Time Campeão 

A Robervânia também vai ajudar uma escola de Ribeirão Preto (SP) comprando materiais escolares e jogos pedagógicos. Em seu depoimento vencedor, ela nos mostra como funciona, na prática, o ciclo virtuoso do PEB: “Minha primeira escola PEB foi a escola onde estudei. Pra mim, foi muito importante estar de volta levando minha gratidão e realizando ações de encantamento para tantas crianças carentes. Em uma das ações contei a eles que um dia eu também tinha estudado ali e disse que, por mais simples que sejam a escola e as condições da família, não podemos deixar de sonhar e acreditar no futuro. Seus olhos brilharam e eles começaram a me falar de seus sonhos: médico, bombeiro, policial, professora, pastor da igreja... No final, eles prometeram que um dia também voltariam e doariam um pouquinho de si, como eu voltei.”


Imagens cedidas pelos voluntários.